A tese
Caixa e resultado que o seu negócio ainda não captura.
Conectamos fornecedor e comprador, abrimos mercado, e no caminho encontramos o dinheiro que está parado nas outras frentes.
Hub de inteligência e conexão entre negócios
A tese
Caixa e resultado que o seu negócio ainda não captura.
Conectamos fornecedor e comprador, abrimos mercado, e no caminho encontramos o dinheiro que está parado nas outras frentes.
A porta de entrada
Abrir mercado é o começo, não o serviço inteiro.
Conectamos fornecedor e comprador. E, no caminho, olhamos se o preço fecha — porque carga tributária, custo de capital e rota logística decidem a venda antes de o comprador decidir.
O problema
Cinco fornecedores, nenhuma visão de conjunto.
Cada um resolve bem o próprio pedaço. Ninguém responde pelo todo — e é no todo que a decisão acontece.
A conta
O custo da desconexão não aparece em nota fiscal nenhuma.
Aparece no investimento feito no estado errado, no crédito caro que dava para ser barato, no canal que ficou fechado mais um ano.
Por que fica na mesa
Não é falta de esforço. É falta de quem olhe tudo ao mesmo tempo.
O contador olha o imposto. O banco olha a garantia. O advogado olha o contrato. O comercial olha a meta. O dinheiro fica parado exatamente entre eles.
A rede
Não indicamos. Acionamos quem foi verificado.
Certidões conferidas na fonte, referências entrevistadas por telefone, critérios publicados na íntegra. O registro do INEV é público.
A conta aberta
Você vai perguntar como ganhamos dinheiro. Já está escrito.
Abertura de mercado você paga, e só no êxito. Nas outras quatro frentes quem remunera o IBF 360 é o especialista acionado, em percentual acordado caso a caso.
Cinco minutos. Sem cadastro para ver o resultado.
Maringá · Cascavel · Curitiba · Londrina · São Paulo
Por que o IBF 360 existe
Uma indústria de higiene e perfumaria do Rio Grande do Sul queria entrar no Nordeste. O pedido era o de sempre: alguém que abrisse a porta de um comprador grande.
A porta abriu — numa conversa, a ponte com o comprador estava feita. Mas na mesma conversa apareceu outra coisa, que ninguém tinha pedido: a conta não fechava pelo caminho que ela estava tomando. A carga tributária da rota planejada tirava a competitividade dela justamente no mercado que queria abrir.
A solução veio de outra frente e de outra empresa da rede: uma rota logística e tributária pelo Espírito Santo, desenhada antes da entrada. A empresa não entrou no Nordeste apenas com um comprador. Entrou mais barata do que era antes de pedir ajuda.
Com um representante comercial, a porta teria aberto igual.
E ela teria entrado no mercado novo com o custo errado, sem ninguém para avisar.
A conta, lado a lado
A representação comercial é um ofício legítimo e resolve o que se propõe a resolver. A diferença não está em quem abre a porta melhor — está no que se enxerga enquanto ela abre.
| Representação comercial | IBF 360 | |
|---|---|---|
| O que se paga | 5% a 10%sobre o faturamento gerado — a faixa usual da representação comercial, mais viagem, deslocamento e estrutura. | 1/4da faixa ao lado, acordado antes de começar. O número que vale é o do contrato, definido caso a caso. |
| Quando se paga | Comissão corrente, mais viagem, deslocamento e estrutura — que correm desde o primeiro mês, com ou sem venda. | Só no êxito. Sem abertura de mercado, não há o que cobrar. |
| O que vem junto | A porta aberta. É o serviço, e ele é legítimo — só termina aí. | A porta aberta e a leitura das outras quatro frentes: se o preço não fecha por causa de carga tributária, custo de capital ou rota logística, isso aparece antes de você entrar. |
Os percentuais de representação são a faixa usual do mercado, não a proposta de nenhuma empresa específica. O nosso é ordem de grandeza: o número que vale é o do contrato, definido caso a caso antes de qualquer trabalho começar.
Cada um olha um pedaço.
Cinco frentes. Uma conversa só.
Cada frente tem um especialista já verificado pelo INEV. Você fala com o IBF 360 — a orquestração acontece por trás.
Passe o mouse ou toque em uma frente para ver a dor que ela resolve, o que está por trás e quem executa.
O alcance da rede
A coordenação não para nas cinco frentes. Estas áreas aparecem no diagnóstico e entram no desenho da solução quando o caso pede — e é comum que peçam, porque problema de negócio raramente respeita a divisão de quem o atende.
Gestão contábil
Escrituração e fechamento, distinto do BPO financeiro que já temos validado.
Controladoria e conformidade
Rotina de controles e aderência a política interna.
Estratégias de tecnologia e sistemas
ERP, integração e o que o sistema deixa de informar a tempo.
Gestão de marketing
Posicionamento e geração de demanda para sustentar o canal aberto.
Passivos mercantis
Renegociação com fornecedor, distinta da dívida bancária.
Atração de investidor
Compra parcial ou total, quando a saída é a decisão em cima da mesa.
Estas seis não têm, hoje, especialista com selo do INEV. Estão escritas aqui em separado justamente por isso: o selo só vale enquanto significar alguma coisa, e ele significa validação feita, com data. Quando uma delas ganhar titular verificado, ela sobe para as frentes acima, com a data da validação ao lado do nome — como está em cada uma das outras.
O custo da dispersão
O escritório de contabilidade não conversa com o banco.
O advogado não sabe a meta comercial.
O consultor de sistema não sabe do plano de expansão.
Cada um resolve bem o próprio pedaço. O custo da desconexão não aparece em nota fiscal nenhuma.
Aparece no investimento feito no estado errado, no crédito caro que dava para ser barato, no canal que ficou fechado mais um ano.
Como funciona
Cinco etapas. Você entra na primeira e decide, a cada uma, se continua.
Não se vende serviço. Se pergunta pelo momento do negócio.
Cinco minutos, sem nenhum dado sensível. Sai um mapa com as três alavancas mais urgentes.
Com sigilo assinado pelos dois lados. Só aqui se fala do que é confidencial.
O especialista validado entra, com escopo e prazo definidos, sob coordenação do IBF.
Aos 30, 90 e 180 dias. Primeiro para auditar a qualidade, depois para abrir a próxima frente.
A origem
Um grupo de empresários, advogados e contadores que, cada um na sua área, vivia a mesma cena repetida: um cliente pede a indicação de um profissional de outra especialidade, e é preciso decidir na hora em quem confiar.
“Ah, eu conheço o fulano, da empresa tal.”
A frase sai fácil. O que vem depois dela é que nunca teve resposta.
A primeira pergunta
Conhecer o sócio não é conhecer a empresa. Não há certidão conferida, não há referência entrevistada, não há como saber se a equipe sênior que apareceu na reunião é a que vai executar.
Responde o INEV, com registro público.
A segunda pergunta
Se o trabalho indicado falhar, quem perde crédito diante do cliente é quem indicou. Décadas de relação podem ser arranhadas por um serviço que nem foi seu.
Responde o IBF 360, coordenando a execução.
A terceira pergunta
Às vezes a indicação remunera muito bem o parceiro. E volta pouco, ou não volta nada. A reciprocidade fica no campo do favor — e favor não se cobra, mas se percebe.
Responde o IBF 360, com contrapartida acordada.
Foi daí que saíram as duas casas, ao mesmo tempo e por motivos diferentes. O INEV responde à primeira pergunta: verifica o prestador com método público e mantém o registro aberto, inclusive quando o resultado é desfavorável. O IBF 360 responde às outras duas: coordena a execução, para que quem indicou não fique exposto, e coloca a contrapartida no contrato, em vez de deixá-la no campo do favor.
É a dualidade que o mercado nunca resolveu — quem indica assume risco e raramente participa do resultado. Aqui as duas pontas estão escritas: a validação é do instituto, a conexão é do hub, e nenhuma das duas depende da palavra de quem apresentou.
Aconteceu
Numa feira de negócios, uma distribuidora de aves e suínos. Do outro lado da carteira, uma grande distribuidora no Maranhão procurando exatamente aquele fornecimento. Uma apresentação, um negócio — e nenhum serviço vendido no meio.
Foi ali que ficou evidente que faltava mais do que coordenar especialistas: faltava alguém com a visão do conjunto.
Ninguém olha o negócio por inteiro.
O IBF 360 nasceu para ser esse olhar.
Rafael Ciolari atua no IBF 360 como sócio-fundador. Serviços jurídicos são prestados exclusivamente pela banca parceira. O INEV e o IBF 360 foram fundados pelos mesmos sócios; o instituto não recebe percentual sobre negócio nenhum.
A rede
Toda empresa da rede passou pela validação do INEV: certidões conferidas na fonte, referências entrevistadas por telefone, critérios publicados na íntegra. O registro é público, inclusive quando o resultado é desfavorável — e continua público se alguém for suspenso.
Fiscal e tributário
Planejamento tributário, conformidade fiscal e eficiência de caixa.
Oportunidade aberta agoraValidada pelo INEV · 1º de agosto de 2026
Jurídico e transações
Jurídico empresarial, fusões e aquisições e reorganização societária.
Validada pelo INEV · 1º de agosto de 2026
Capital · trilha de dívida
Reestruturação bancária, reperfilamento de dívida e preparação para IPO.
Validada pelo INEV · 1º de agosto de 2026
Capital · trilha de liquidez
Antecipação de recebíveis e estruturação de securitização.
Validada pelo INEV · 1º de agosto de 2026
Capital · trilha de fomento
Captação de longo prazo junto a bancos de fomento.
Validada pelo INEV · 1º de agosto de 2026
Gestão e governança
BPO financeiro: rotina financeira e informação gerencial em tempo real.
Oportunidade aberta agoraValidada pelo INEV · 1º de agosto de 2026
Gestão e governança
Auditoria das demonstrações e revisão de controles internos.
Validada pelo INEV · 1º de agosto de 2026
Situações
Situação recorrente no setor
Uma indústria decide abrir a segunda planta e escolhe o estado pela logística, porque o frete fecha melhor. Dezoito meses depois descobre que o estado vizinho concedia benefício fiscal para instalação naquele setor, e que a diferença ao longo do financiamento superava com folga o frete que motivou a escolha.
A decisão foi tomada com a informação que estava na mesa. O problema é que a informação que faltava não estava na mesa de ninguém.
Situação recorrente no setor
Quatro pessoas no financeiro, e três delas passam o mês consolidando planilha para o fechamento sair no dia vinte. Quando o número chega, a decisão que dependia dele já foi tomada de outro jeito.
Não é falta de gente nem falta de competência. É informação chegando depois da hora em que ela valia alguma coisa.
Como somos remunerados
São dois caminhos, e eles não se misturam.
Abertura de mercado
Você paga, e só no êxito.
Percentual sobre o negócio efetivamente gerado, acordado antes de começar. Não há mensalidade, retainer nem reembolso de viagem: sem mercado aberto, não há o que cobrar.
As outras quatro frentes
Não custa nada para o seu negócio.
Capital, fiscal, jurídico, gestão: quem remunera o IBF 360 é o especialista acionado, em percentual acordado caso a caso. Você contrata o especialista, não a apresentação.
Mandatos complexos — fusões, aquisições, reorganização de capital — são contratados diretamente por você, em instrumento próprio, com escopo e valor definidos antes de começar.
Quem valida a rede é o INEV, que não recebe percentual sobre negócio nenhum. É por isso que a validação vale alguma coisa.
Tenho um negócio
E acionar quem já foi verificado, sem gerenciar cinco fornecedores que não conversam entre si.
Fazer o diagnósticoQuero integrar a rede
Com escopo definido e cliente já diagnosticado, em vez de disputar cotação.
Ver os critérios de validaçãoDiagnóstico 360
Nada de passivo, de endividamento ou de intenção de venda — essas conversas só existem com sigilo assinado. As doze perguntas são sobre como o negócio opera hoje. No fim, as cinco frentes aparecem ranqueadas por impacto e por prontidão, na tela, na hora.
Começar o diagnósticoO resultado aparece sem cadastro. O relatório completo em PDF vai para o seu e-mail, se você quiser.