IBF 360 · Apresentação

Setembro de 2026

A tese

Conexão estratégica de alta performance

Caixa e resultado que o seu negócio ainda não captura.

Conectamos fornecedor e comprador, abrimos mercado, e no caminho encontramos o dinheiro que está parado nas outras frentes.

Hub de inteligência e conexão entre negócios

Rede validada pelo INEV

ibf360.com

I · O que é o IBF 360

Mais que intermediação. Uma estrutura de
governança para conectar negócios.

O intermediário tradicional apresenta as partes e sai da sala. O IBF 360 é um ecossistema de negócios e especialistas verificados, desenhado para que cada conexão chegue com solidez — e para que quem está na rede fique mais forte por estar nela.

A diferença está na estrutura. Onde o modelo convencional de venda entrega um contato, o IBF 360 entrega uma conexão estratégica verificada: quem está do outro lado passou por critério publicado, e a conversa começa com a conta conferida.

Segurança

Mitigação ativa de riscos operacionais e financeiros em cada conexão feita.

Credibilidade

Cada especialista da rede foi validado na fonte, por quem não fatura com o negócio.

Excelência

Compromisso com a qualidade técnica e ética do que é entregue — conferido depois, não prometido antes.

O elo de confiança entre uma demanda complexa
e a solução à altura dela.

II · O que o IBF 360 resolve

Tirar a incerteza da equação comercial.

Todo negócio relevante esbarra na mesma pergunta: em quem confiar? Um parceiro mal escolhido custa reputação, investimento e tempo — e esse custo costuma aparecer só depois de o contrato estar assinado. Por isso a rede não se abre a quem pede para entrar: ela passa por um filtro, e só empresas íntegras a compõem.

Seleção

Identificação de parceiros com alinhamento estratégico a uma das frentes.

Triagem

Análise preliminar de capacidade e de posicionamento de mercado.

Verificação

Certidões conferidas na fonte e referências entrevistadas, pelo INEV.

Aprovação

A curadoria, de maioria externa, decide o ingresso na rede.

Permanência

O selo não é vitalício: sustenta-se por desempenho e conduta contínuos.

Nosso rigor é a sua segurança.

A verificação e a curadoria são do INEV, que registra e valida o prestador e não recebe percentual sobre negócio nenhum. Quem deixa de atender aos critérios sai da rede, por protocolo de desligamento — não por negociação.

III · O valor que o IBF 360 agrega

Os dois lados da mesa saem ganhando, e voltam.

Quem decide busca eficiência, custo menor e garantia de entrega; quem executa busca mercado, acesso qualificado e volume de negócio. O IBF 360 fica no meio, garantindo fluidez, segurança e equidade na conexão.

Para quem decide

Um interlocutor só, e especialistas já verificados.
Acompanhamento antes e depois da contratação.
Revisão aos 30, 90 e 180 dias do que foi entregue.

Para quem executa

Acesso a uma carteira qualificada, com demanda identificada.
Pré e pós-venda apoiados pela coordenação do IBF.
Conexão cruzada com as outras frentes da rede.

Transparência

Processo e decisão à vista — inclusive como o IBF 360 é remunerado, que está escrito antes de alguém perguntar.

Confidencialidade

Dado e estratégia de cada negócio protegidos. O que é sigiloso só se conversa com sigilo assinado.

Responsabilidade coletiva

O que um membro faz reverbera na rede inteira. Por isso a conduta é critério de permanência.

Segurança como norma. Credibilidade como ativo. Conexão como motor.

A porta de entrada

Abrir mercado é o começo,
não o serviço inteiro.

Quem produz

Indústria com capacidade ociosa

a conexão

Quem compra

Distribuidor, rede ou atacado

E, no caminho, olhamos se o preço fecha.

Carga tributária Custo de capital Rota logística

Essas três decidem a venda antes de o comprador decidir. É por isso que o IBF 360 não entrega só a apresentação: entrega a apresentação com a conta conferida.

Aconteceu · caso real

Ela achava que precisava de uma porta.

Uma indústria de higiene e perfumaria do Rio Grande do Sul queria entrar no Nordeste. O pedido era o de sempre: alguém que abrisse a porta de um comprador grande.

A porta abriu. Numa conversa, a ponte com o comprador estava feita.

Mas apareceu outra coisa, que ninguém tinha pedido: a conta não fechava pelo caminho que ela estava tomando. A carga tributária da rota planejada tirava a competitividade dela justamente no mercado que queria abrir.

A solução veio de outra frente e de outra empresa da rede: uma rota logística e tributária pelo Espírito Santo, desenhada antes da entrada.

Ela não entrou no Nordeste apenas com um comprador. Entrou mais barata do que era antes de pedir ajuda.

a conta não fechava Espírito Santo Rio Grande do Sul Nordeste

O que ficou claro

O que ela pediu

Um comprador no Nordeste.

O que ela levou

O comprador.

A rota tributária refeita.

A entrada num mercado novo já competitiva.

Com um representante comercial, a porta teria aberto igual.
E ela teria entrado no mercado novo com o custo errado, sem ninguém para avisar.

Caso real, autorizado pelas partes. Sem razão social e sem números — o que mudou em caixa é conversa de sessão reservada, não de apresentação. A mecânica da estrutura também não se descreve aqui: o desenho envelhece na primeira mudança de legislação.

Caso real · jurídico e transações

O passivo não era o número que estava no papel.

Um cliente comprou uma empresa sem pagar nada pelo capital social. Do lado de lá havia ativos de porte relevante — e uma dívida de porte equivalente, entre tributário, trabalhista e outros. Comprar assim é assumir a dívida em vez de pagar preço.

Quase todo comprador trata o número da certidão como fato consumado. É aí que a conta trava: o passivo entra na mesa como se fosse pedra, e ele não é.

O levantamento veio antes da compra. A rede apurou créditos que ninguém tinha apurado, e atacou o passivo pelo outro lado — execuções fiscais e transação, conduzidas pela banca.

R$ 300 milhões

de passivo assumido na aquisição, somando tributário, trabalhista e outros

Informado por IBF 360, em 5 de setembro de 2026

R$ 160 milhões

de redução do passivo tributário, que caiu de R$ 200 para R$ 40 milhões

Informado por IBF 360, em 5 de setembro de 2026

R$ 80 milhões

em créditos apurados, usados conforme a necessidade — outra conta, não abate o passivo

Informado por IBF 360, em 5 de setembro de 2026

Ficou com os ativos por menos de um terço do que o balanço dizia que eles custariam.

Caso real, autorizado, sem razão social. A atuação nas execuções fiscais e a transação são da banca parceira; a apuração dos créditos é da consultoria tributária validada. O IBF 360 coordena e não presta assessoria jurídica. Cada passivo tem a sua própria tese, e nem toda tese fecha.

Caso real · capital e liquidez

Dar prazo deixou de custar. Passou a render.

Um cliente do Norte vendia B2B com prazo médio de quinze dias. Queria mais clientes e mais prazo — e, com o juro de hoje, dar prazo é dar dinheiro.

Uma associada habilitada da rede estruturou um FIDC; o IBF 360 originou a operação e coordenou. Hoje ele vende em 30, 60 e 90 dias, e o custo financeiro do prazo fica com quem compra.

Não é conta empurrada para o outro. O comprador já descontava duplicata e antecipava cartão para financiar exatamente essas compras: o custo é equivalente, às vezes menor. O que muda é o volume — com prazo maior ele leva mais estoque e tem 60 ou 90 dias para girar. O próprio giro paga a operação.

2% a 3% ao mês

de ganho financeiro sobre o valor da venda, capturado pelo cliente na operação

Informado por IBF 360, em 5 de setembro de 2026

15 → 90 dias

o prazo que ele consegue conceder ao comprador, antes e depois da estruturação

Informado por IBF 360, em 5 de setembro de 2026

O prazo que era despesa virou linha de receita — e o cliente dele comprou mais.

Caso real, autorizado, sem razão social. A estruturação e o risco são da instituição habilitada, que é quem você contrata; o IBF 360 origina e coordena, remunerado por ela, e não estrutura nem distribui operação de capital. Os valores dependem do setor, do prazo e do perfil da carteira.

A conta, lado a lado

Abrir mercado com representação, e abrir com o IBF 360.

Comparação entre contratar representação comercial e contratar o IBF 360 para abertura de mercado
  Representação comercial IBF 360
O que se paga 5% a 10%sobre o faturamento gerado — a faixa usual da representação comercial, mais viagem, deslocamento e estrutura. 1/4da faixa ao lado, acordado antes de começar. O número que vale é o do contrato, definido caso a caso.
Quando se paga Comissão corrente, mais viagem, deslocamento e estrutura — que correm desde o primeiro mês, com ou sem venda. Só no êxito. Sem abertura de mercado, não há o que cobrar.
O que vem junto A porta aberta. É o serviço, e ele é legítimo — só termina aí. A porta aberta e a leitura das outras quatro frentes: se o preço não fecha por carga tributária, custo de capital ou rota logística, isso aparece antes de você entrar.

Os percentuais de representação são a faixa usual do mercado, não a proposta de nenhuma empresa específica. O nosso é ordem de grandeza: o número que vale é o do contrato, definido caso a caso antes de qualquer trabalho começar.

O custo da desconexão

Não é falta de esforço.
É falta de quem olhe tudo ao mesmo tempo.

o contador

olha

o imposto

o banco

olha

a garantia

o advogado

olha

o contrato

o sistema

olha

o fechamento

o comercial

olha

a meta

Cada um resolve bem o próprio pedaço. Cinco fornecedores, nenhuma visão de conjunto — e o custo disso não aparece em nota fiscal nenhuma. Aparece no investimento feito no estado errado, no crédito caro que dava para ser barato, no canal que ficou fechado mais um ano.

O dinheiro fica parado exatamente entre eles.

O ecossistema

Clique numa faceta

Cada um olha um pedaço

Ninguém olha o negócio por inteiro.

As cinco frentes não são cinco serviços num catálogo. São as cinco lâminas de um diafragma: elas encaixam, e é o encaixe que deixa entrar a luz.

Cinco frentes, uma conversa só. Você fala com um interlocutor; a orquestração acontece por trás.

A dor que costuma abrir a frente

Quero abrir canal novo e não consigo entrar.

A rede

Não indicamos. Acionamos quem foi verificado.

Certidões conferidas na fonte

Não é declaração do parceiro: é consulta feita por quem valida.

Referências entrevistadas por telefone

Cliente atendido, e não contato indicado pelo próprio candidato.

Critérios publicados na íntegra

O registro do INEV é público, em inev.com.br.

Quem valida não fatura. O INEV não recebe percentual sobre negócio nenhum — é por isso que a validação vale alguma coisa.

O que a rede está vendo agora

Atualizado em 4 de setembro de 2026

A rede não espera o problema aparecer. Ela varre o que já está aberto.

Fiscal e tributário · Certezza

Créditos tributários não identificados em operações do setor automobilístico e de linha branca

Benefícios previstos em legislação federal deixam de ser identificados na apuração, e o crédito fica parado. Vale para quem fornece direto à montadora ou à fabricante de linha branca — e para quem fornece a quem fornece, porque a cadeia conta igual.

12% a 15%

das operações do período, é a faixa de economia estimada onde o enquadramento se confirma

Informado por Certezza Consultoria Empresarial, em setembro de 2026

R$ 500 milhões

em créditos recuperados até aqui, ao longo de cinco operações conduzidas pela Certezza

Informado por Certezza Consultoria Empresarial, em setembro de 2026

Gestão e governança · Pólen

Controle exclusivo do contas a pagar

Para quem descobre o pagamento depois que ele saiu da conta. A rotina passa a ter dono, calendário e trilha, com alçada e segregação de funções: quem lança não aprova, e quem aprova não paga.

Sem janela que feche. O custo aqui é corrente e silencioso — juro de atraso, desconto perdido, e o tempo de quem decide gasto conferindo boleto.

A oportunidade é o que a rede enxergou; a porta de entrada continua sendo a conversa. Recuperação tributária nunca abre o relacionamento comercial — ela é consequência da auditoria. Os valores informados são declaração do parceiro, com fonte e data, e não constituem promessa de resultado.

O alcance da rede

Cinco frentes com selo. Seis áreas na conversa.

Estas seis entram na coordenação e no diagnóstico, mas ainda não têm especialista com selo do INEV. Elas ficam separadas de propósito.

Como somos remunerados

Você vai perguntar como ganhamos dinheiro. Já está escrito.

São dois caminhos, e eles não se misturam.

Abertura de mercado

Você paga, e só no êxito.

Percentual sobre o negócio efetivamente gerado, acordado antes de começar. Não há mensalidade, retainer nem reembolso de viagem: sem mercado aberto, não há o que cobrar.

As outras quatro frentes

Não custa nada para o seu negócio.

Capital, fiscal, jurídico e gestão: quem remunera o IBF 360 é o especialista acionado, em percentual acordado caso a caso. Você contrata o especialista, não a apresentação.

Mandatos complexos — fusões, aquisições, reorganização de capital — são contratados diretamente por você, em instrumento próprio, com escopo e valor definidos antes de começar.

Como funciona

Do primeiro café ao quarto contrato.

Nenhuma etapa começa antes de a anterior ter resposta. O acompanhamento aos 30, 90 e 180 dias existe primeiro para auditar a qualidade do que foi entregue, e só depois para abrir a próxima frente.

Diagnóstico rápido

Pergunta 1 de 4

Quatro perguntas.
Nenhuma sobre dívida.

Nada de passivo, de endividamento ou de intenção de venda — essas conversas só existem com sigilo assinado. As quatro perguntas são sobre como o negócio opera hoje.

Isto é o indicativo. O diagnóstico completo tem doze perguntas, sai em cinco minutos e não pede cadastro: ibf360.com/diagnostico.

IBF 360

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